Centro de Gastrocirurgia Avançada DE MARABÁ
Programa de Hérnias Abdominais

Cirurgia de Hérnia
em Marabá

Avaliação e tratamento cirúrgico das hérnias da parede abdominal — inguinal, umbilical, epigástrica e incisional — com o Dr. Luigi Costa, no Centro de Gastrocirurgia Avançada de Marabá.

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Dr. Luigi Costa, cirurgião do aparelho digestivo
Dr. Luigi Costa CRM/PA 11837 — Cirurgião do Aparelho Digestivo
Você se identifica com isto?

Sinais que merecem uma avaliação

Abaulamento na virilha
"Caroço" no umbigo
Dor ou desconforto aos esforços
Abaulamento que aumenta ao tossir ou fazer força
Hérnia após uma cirurgia abdominal
Hérnia que voltou depois de uma operação

"Não existe uma única cirurgia para todas as hérnias. Localização, tamanho, sintomas, cirurgias anteriores, condições clínicas e características da parede abdominal interferem no planejamento terapêutico."

O programa

As 7 etapas do cuidado

01Consulta e mapeamentoHistória clínica, exame direcionado e exames complementares quando indicados.
02Definição da hérniaClassificação do tipo: inguinal, umbilical, epigástrica, incisional ou complexa.
03Planejamento cirúrgicoTécnica individualizada: aberta ou por vídeo (laparoscopia), conforme o caso.
04Cirurgia programadaPlanejamento pré-operatório e organização hospitalar.
05Pós-operatórioControle de dor, cuidados com a ferida e acompanhamento da evolução.
06Retorno funcionalOrientação para retorno progressivo às atividades e exercícios.
07Controle tardioAvaliação do resultado funcional e vigilância de recorrência.
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Dr. Luigi Costa
Sobre o especialista

Dr. Luigi Costa

CRM/PA 11837

RQE 7893 (Cirurgia do Aparelho Digestivo) · RQE 9599 (Cirurgia Bariátrica) · RQE 7891 (Endoscopia) · RQE 7892 (Cirurgia Geral)

Formação

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Residência em Cirurgia Geral pelo Hospital São Vicente de Paulo (Jundiaí/SP) e em Cirurgia do Aparelho Digestivo pelo HC/Unicamp. Mestrado e Doutorado em Ciências da Cirurgia pela Unicamp.

Sociedades

Titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD), da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) e da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).

Atuação

Docente do curso de Medicina da UEPA em Marabá e cofundador do Centro de Gastrocirurgia Avançada de Marabá (2022). Une técnicas convencionais e videolaparoscopia (TEP/TAPP) para individualizar o tratamento de cada tipo de hérnia — incluindo casos recidivados e complexos.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Toda hérnia precisa de cirurgia?
Nem sempre. Em hérnias pequenas e sem sintomas, especialmente em adultos, pode-se optar por acompanhamento clínico. A decisão depende do tamanho, dos sintomas e do risco de complicação, avaliados individualmente.
A cirurgia de hérnia dói muito?
O desconforto pós-operatório é esperado, mas controlado com protocolo de analgesia. Técnicas por vídeo costumam apresentar dor pós-operatória menor do que a cirurgia aberta.
Qual a diferença entre cirurgia aberta e por vídeo (laparoscopia)?
Na cirurgia aberta, o acesso é feito por um corte direto sobre a hérnia. Na videolaparoscopia (TEP ou TAPP), o acesso é feito por pequenas incisões, com câmera. A técnica por vídeo costuma proporcionar recuperação mais rápida e é uma boa opção para hérnias bilaterais, mas a indicação depende do caso.
A hérnia pode voltar depois da cirurgia (recidiva)?
Sim, é possível, especialmente em defeitos maiores tratados sem tela ou em pacientes com fatores de risco (obesidade, tabagismo, esforço físico intenso precoce). A técnica adequada e o acompanhamento no pós-operatório ajudam a reduzir esse risco.
Preciso usar tela (mesh) na cirurgia?
Depende do tipo e do tamanho da hérnia. Defeitos pequenos podem ser corrigidos sem tela; defeitos maiores (por exemplo, hérnias umbilicais acima de 3 cm ou incisionais acima de 3 cm) geralmente têm indicação de tela para reduzir o risco de recidiva.
Hérnia femoral também pode esperar?
Não. A hérnia femoral tem maior risco de encarceramento e estrangulamento mesmo sendo pequena, por isso a cirurgia costuma ser indicada assim que diagnosticada.
Quanto tempo leva a recuperação?
Varia conforme a técnica e o tipo de hérnia. De forma geral, atividades leves podem ser retomadas em poucos dias, e o retorno a esforços físicos e à academia é orientado de forma progressiva e individual.
É possível operar as duas hérnias inguinais (bilaterais) na mesma cirurgia?
Sim. A via laparoscópica (TEP ou TAPP) permite tratar os dois lados na mesma cirurgia, o que costuma ser vantajoso em relação a duas cirurgias abertas separadas.
Só homens têm hérnia inguinal?
Não. A hérnia inguinal é mais comum em homens, mas também ocorre em mulheres.
O que é uma hérnia "encarcerada" ou "estrangulada"?
Encarcerada é quando o conteúdo da hérnia não consegue mais retornar para dentro do abdome. Estrangulada é quando, além disso, esse conteúdo sofre comprometimento da circulação sanguínea — uma emergência médica que exige atendimento imediato.
Como é feito o diagnóstico?
Na maioria dos casos, o diagnóstico é clínico, feito no exame físico. Exames de imagem, como a ultrassonografia de parede abdominal (ou tomografia em casos específicos), são solicitados apenas quando há dúvida diagnóstica ou hérnias mais complexas.
Vocês tratam hérnia de disco?
Não. A hérnia de disco é uma condição da coluna vertebral, acompanhada por ortopedista ou neurocirurgião. Este programa trata as hérnias da parede abdominal — inguinal, umbilical, epigástrica, incisional e femoral —, que são da área da cirurgia do aparelho digestivo.
Convênio ou particular?
O Centro de Gastrocirurgia Avançada informa as condições de atendimento (convênio e particular) diretamente na avaliação. Fale com nossa equipe pelo WhatsApp para mais detalhes.

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